Primeira vez aqui? Cinco ideias antes de sair
- Comece pela vida da pessoa, não pela política.
- Pergunte mais do que fala. Escute até o fim.
- Não repita a frase do outro lado, nem pra negar. Por quê?
- Uma ideia por conversa. Volte outro dia.
- Conte uma história sua, verdadeira.
Tudo aqui é sugestão, não roteiro. Adapte ao seu jeito e à pessoa na sua frente.
Com quem você vai conversar?
Escolha a pessoa e veja ideias de como puxar o assunto. É sugestão, não roteiro: use as suas palavras e pule o que não combina com ela.
Com quem vale a pena: quem não foi votar no 1º turno, quem está em dúvida e quem votou nulo, branco ou em outro candidato. Desde que a pessoa esteja aberta pra conversa.
Se ela já decidiu e só quer discutir, agradeça e siga. Com quem não vale a pena →
Nenhum perfil com esse nome. Use o Qualquer pessoa.
Em jogoFrases-chave, o que já chegou na vida das pessoas e o que o Flávio ameaça fazerVer → CompararAntes e agora: o governo do pai do Flávio e o governo Lula, lado a ladoVer →E se a pessoa disser…
Ninguém precisa ter resposta pra tudo. Aqui tem ideias pra acolher o que a pessoa sente e voltar pra vida dela, sem repetir a frase dela. Use do seu jeito, ou só escute.
Nada com essa palavra. Tudo bem não ter resposta: pergunte o que ela quis dizer, escute, e se precisar diga “vou ver e te falo”.
O que está em jogo
O que a gente quer proteger, o que já chegou na vida das pessoas e o que o Flávio ameaça fazer. Uma coisa por conversa: escolha o que tem a ver com a vida da pessoa.
Frases-chave, uma por assunto
Uma conversa aguenta uma de cada vez. Escolha a que tem a ver com a vida da pessoa e deixe as outras pra outro dia.
Em Nova York, Zohran Mamdani se elegeu prefeito com promessas que cabem numa frase: ônibus de graça, aluguel congelado, creche pra todo mundo. Aqui a gente faz o caminho ao contrário e pergunta sobre o Flávio: “você votaria em alguém que chama a sua folga de oportunismo?” Quando a pessoa diz que não, você conta que é ele.
O que já chegou na vida das pessoas
Uma ideia: perguntar “lembra quando…?” e deixar a pessoa contar. Quem lembra do que ganhou sabe o que tem a perder.
Lembra quando precisou de cirurgia e foi o SUS que fez?Está na Constituição. A equipe do Flávio estuda mexer no dinheiro da saúde.
O remédio de pressão ou de diabetes sai de graça na farmácia do bairro.Não está no plano do Flávio, e ele votou contra o dinheiro dela.
Lembra quando a vacina da covid chegou no posto?Na pandemia, o governo do pai do Flávio demorou meses pra responder às ofertas de vacina. Hoje o Brasil voltou a ser livre do sarampo.
Quando faltava médico na cidade, o programa levou atendimento.Acabou no governo do pai do Flávio e voltou em 2023.
Dor de dente sem dinheiro pra pagar? Dentista de graça no posto.Desde 2023 é lei: cuidar dos dentes é direito no SUS.
Faculdade com bolsa de até 100%, ou universidade pública com a nota do Enem.A equipe do Flávio estuda mexer no dinheiro da educação.
A casa própria com parcela que cabe no bolso.No governo do pai do Flávio, a casa pra quem ganha menos parou. Quem cuidava disso hoje coordena a campanha dele.
Quando a dívida tirava o sono, deu pra renegociar com desconto.O coordenador da campanha do Flávio criticou o novo Desenrola.
Medida protetiva pra quem sofre violência em casa.No governo do pai do Flávio, a verba de combate à violência contra a mulher caiu cerca de dois terços.
Arraste pro lado pra ver os outros →
O que o Flávio ameaça fazer
Sem exagero e sem inventar: é o que ele disse, o que está no plano dele ou o que a equipe dele estuda. Use o item que pesa na vida da pessoa.
Antes e agora
O governo do pai do Flávio e o governo Lula, lado a lado. Uma ideia: em vez de despejar número, perguntar como a pessoa viveu cada época.
Os dados desta aba vêm do material Quem compara escolhe Lula, da campanha. O comparativo completo, com as fontes, é fácil de abrir e de mandar no WhatsApp.
Se não abrir, copie e cole no navegador ou no WhatsApp: lula.com.br/comparativo
Nas redes, sem alarmismo
Post com raiva viraliza, mas só entre quem já concorda. Pra chegar em quem está em dúvida, poste o que a pessoa curte, responde ou repassa sem se sentir atacada.
O que chega fora da bolha
- Sua história em vídeo ou áudio de 30 segundos, sem nome de candidato na primeira frase.
- Uma pergunta: “Tem uma proposta pra você folgar dois dias por semana sem perder salário. O Flávio é contra. Você votaria nele?”
- Informação útil, como o local de votação.
- Status do WhatsApp: quem vê é a tia, a vizinha, a cliente.
O algoritmo a seu favor
- Vídeo vertical, curto e com legenda vai mais longe que link ou print.
- Responda quem comenta e chame pra conversar no privado.
- Continue postando a sua vida normal no meio. Quem só posta política acaba silenciada pelos amigos.
O que evitar
- Compartilhar vídeo do adversário, mesmo pra criticar: isso espalha o vídeo.
- Comentar em post de ataque: isso dá alcance a ele.
- Tom de fim do mundo. Quem está em dúvida se afasta.
- Repassar sem checar. Pagar pra impulsionar post sendo pessoa física.
Saber mais
Abra só o que precisar. Nada daqui é pra decorar, e tudo é sugestão.
O básico, com calmaComo conversar sem brigar. Leva dois minutos.
A gente não vai ganhar discussão. Vai ouvir, acolher e deixar uma pergunta na cabeça da pessoa. O voto é dela. Isto é um ponto de partida, não um roteiro: use o que combina com você.
Comece pela vida dela
Pergunte da rotina, do trabalho, de quem ela cuida. Só fale de política a partir do que ela contou.Pergunte antes de falar
Quem chega à conclusão sozinho guarda ela. Pergunte, escute, repita com suas palavras o que ouviu, e só então conte um fato.Não fale do elefante
O nome vem de um livro do linguista George Lakoff: se alguém diz “não pense num elefante”, a primeira coisa que você faz é pensar num elefante. Na conversa é igual. Quando a gente repete a frase do outro lado, mesmo pra negar, ela gruda ainda mais. Então, em vez de rebater, fale do que você quer, com as suas palavras: folga, remédio, família, segurança.“Não vai virar Venezuela.”Melhor: “Do que você tem medo de perder?”“O Flávio não é honesto.”Melhor: “Eu quero remédio de graça e folga sem perder salário.”“Não é verdade que o Lula é ladrão.”Melhor: “O que mais pesa na sua vida hoje?”
Tenha paciência
Ninguém muda de voto numa conversa só. Fale com calma, deixe a pessoa terminar, aguente o silêncio e não corrija cada frase dela. Se hoje não deu, volte outro dia.Conte a sua história
Ninguém discute com o que você sente. Um molde, sempre com uma história verdadeira: “Eu vi [situação] → fiquei pensando em [quem você cuida] → e você, como fica com isso?”Se informe antes. Leia os fatos checados. Se não souber responder, diga “vou ver e te falo” e volte depois. Isso também é conversa.
Com quem não vale a pena conversar
O foco é quem não foi votar, quem está em dúvida e quem votou nulo, branco ou em outro candidato, desde que esteja aberto pra conversa. Fora isso, guarde a sua energia:
- Quem já decidiu pelo Flávio e quer debater. Agradeça e guarde a sua energia pra quem está em dúvida ou não foi votar.
- Quem trabalha pra você ou depende de você, como a diarista ou a funcionária. A conversa vira pressão. E patrão pressionar empregado a votar em alguém é crime: assédio eleitoral.
- O seu chefe, ou quem pode te prejudicar no trabalho.
- Quem vive com alguém que controla tudo o que ela faz. Falar de voto pode piorar a situação dela. Veja o que fazer.
- Quem está ficando agressivo, ou qualquer lugar onde a conversa te ponha em risco.
- Criança. Não use os filhos dos outros pra mandar recado pros pais.
A mesma pessoa, quatro vezesDa primeira conversa ao dia 25.
Quando você não sabe responder
Se algo não está no plano dele, não invente. Use o que ele já fez: como votou no Senado, o que falou, o que o governo do pai fez. E transforme em pergunta: “por que será que ele não escreveu isso?”
Assuntos como STF, Moraes, o caso Master e o julgamento do Bolsonaro não são pra puxar, porque podem inflamar a conversa. Se a pessoa trouxer e quiser entender, tem uma explicação em Saber mais.
A Farmácia Popular, explicada
É o programa que dá remédio de graça em farmácia comum, com a receita e um documento: pressão, diabetes, asma, anticoncepcional, osteoporose e até fralda geriátrica. Desde 2025, todos os remédios do programa saem de graça.
No governo do pai do Flávio, a proposta de orçamento cortava mais da metade do dinheiro da Farmácia Popular. Voltaram atrás depois da repercussão, em plena campanha. Em dezembro de 2022, quando o Senado votou o dinheiro pra manter a Farmácia Popular e o Bolsa Família, o Flávio foi um dos poucos que votaram contra. Hoje, a Farmácia Popular não aparece no plano dele.
Em uma frase: “A Farmácia Popular dá o remédio de graça. Não está no plano do Flávio, e quando o Senado votou o dinheiro dela, ele votou contra.”
STF, Moraes, Master e o golpeNão precisa puxar esse assunto. É pra quando a pessoa trouxer e quiser entender.
Se a pessoa quiser entender, dá pra explicar o básico com calma e voltar pra vida dela. Uma ideia: não defender ninguém, concordar que tem que investigar e mostrar onde o Flávio está nessa história.
O caso Master, explicado do começo
- O que é o FGC. É um fundo que todos os bancos pagam juntos, como um seguro. Se um banco quebra, o FGC devolve o dinheiro de quem tinha guardado lá, até um limite.
- O que o Master fazia. O Banco Master, do banqueiro Daniel Vorcaro, pagava rendimento bem maior que os outros bancos pra atrair dinheiro. O argumento era: pode guardar dinheiro aqui sem medo, porque se der problema o FGC devolve.
- Onde entra o dinheiro público. O BRB é o banco do governo do Distrito Federal. Segundo a Polícia Federal e o Banco Central, o Master vendeu ao BRB bilhões de reais em “créditos” sem garantia de verdade. Crédito é o direito de receber uma dívida. É como vender uma pilha de boletos que ninguém ia pagar.
- Quem mandava no BRB. O presidente do banco, Paulo Henrique Costa, foi nomeado pelo então governador Ibaneis Rocha (MDB). Em abril de 2026, a PF prendeu Costa. Segundo a PF, ele recebeu imóveis de luxo ligados a Vorcaro. A defesa diz que a prisão foi desnecessária.
- Como acabou. Em setembro de 2025, o Banco Central, que fiscaliza os bancos, barrou a venda do Master pro BRB. Em novembro, fechou o banco, e a Polícia Federal prendeu Vorcaro quando ele tentava sair do país. Ele foi solto, e voltou a ser preso em março de 2026.
- A conta. O FGC teve de devolver dezenas de bilhões de reais a quem tinha dinheiro no Master. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que pode ser a maior fraude bancária do país.
- Quem aparece. Políticos do Centrão, governadores, ministros do STF e a família Bolsonaro. As investigações continuam.
O Master e os aposentados do INSS
- O que é consignado. É o empréstimo ou o cartão em que a parcela sai direto do salário ou da aposentadoria, antes de o dinheiro cair na conta.
- O Master tinha um cartão consignado, o Credcesta. Começou com servidores de estados e prefeituras.
- Em 2022, no governo de Jair Bolsonaro, o Master pediu ao INSS pra incluir esse cartão no consignado de aposentados e pensionistas. Duas semanas depois, o INSS mudou as regras, e o cartão entrou.
- Em dois anos, os contratos com aposentados explodiram: passaram de cem mil pra quase três milhões.
- Hoje o INSS diz que o cartão funcionava de forma irregular, com risco de juros sobre juros, e não renovou o acordo com o banco.
- Quem presidia o INSS quando esse tipo de cartão foi permitido para aposentados, em março de 2022, virou ministro do Bolsonaro.
Onde o Flávio aparece
- Segundo a PF e o Intercept, o Flávio negociou com Vorcaro mais de cem milhões de reais para o filme “Dark Horse”, sobre a vida do pai. Parte desse dinheiro foi paga em 2025.
- Quando as parcelas atrasaram, ele cobrou o banqueiro. Vorcaro chamava o Flávio de “irmãozão”. Na véspera da prisão do banqueiro, o Flávio escreveu: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz!”.
- Num áudio, ele pediu pressa no dinheiro do filme: “Agora que é a reta final, a gente não pode vacilar.” Quando a reportagem saiu, o Flávio primeiro disse que era mentira. Depois admitiu a conversa e negou ter feito algo ilegal.
- Em março de 2026, o Flávio pediu que Moraes renunciasse por causa de mensagens com Vorcaro. É o mesmo banqueiro que ele cobrava pelo filme do pai.
- O cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, deu milhões à campanha de Jair Bolsonaro em 2022. Só o próprio PL deu mais. Zettel foi preso pela PF no caso.
As explicações que o Flávio deve
- O filme do pai: o ministro André Mendonça, do STF, autorizou a PF a investigar se as dezenas de milhões de reais que Vorcaro pagou pro “Dark Horse” foram usados mesmo no filme.
- A rachadinha: em 2020, o Ministério Público do Rio denunciou o Flávio por ficar com parte do salário de funcionários do gabinete dele na Assembleia do Rio, com o ex-assessor Fabrício Queiroz. Em 2022, o caso foi arquivado porque um tribunal superior anulou parte das provas. Ninguém julgou se ele fez ou não, e o Ministério Público disse que dá pra investigar de novo.
- Em março, o Flávio cobrou explicação do Moraes. A pergunta volta pra ele: pra onde foi o dinheiro do filme?
Os aliados do Flávio no caso
- Ciro Nogueira, ex-ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro, apresentou no Senado uma mudança pra quadruplicar o seguro do FGC. Com seguro maior, o Master poderia atrair ainda mais dinheiro dizendo “se der problema, o FGC paga”.
- Segundo a PF, o texto foi escrito pelo Master e entregue ao senador pelo próprio Vorcaro. A emenda não passou.
- Se tivesse passado, o fundo teria de cobrir até quatro vezes mais por pessoa, e o rombo da quebra seria ainda maior.
- Em maio de 2026, a PF fez buscas contra Ciro. Para a PF, ele usou o mandato a favor do banqueiro. Ciro declarou voto no Flávio.
- Segundo a PF, Ciro recebia uma mesada da família de Vorcaro e usava um imóvel de luxo do banqueiro como se fosse dele. A defesa nega.
- Cláudio Castro, do PL, ex-governador do Rio: a PF investiga por que o fundo que paga a aposentadoria dos servidores do Rio pôs bilhões de reais no Master quando ele governava.
- Filipe Barros, deputado do PL, o partido do Flávio, apresentou na Câmara um projeto quase igual e o retirou depois do escândalo. No dia 4, foi eleito senador pelo Paraná.
Onde o STF e o Moraes aparecem
- Quem pôs o Moraes no STF foi Michel Temer, em 2017. Antes, Moraes era ministro da Justiça do Temer. No dia 5 de outubro, Temer declarou apoio ao Flávio no 2º turno.
- O escritório de advocacia da mulher de Moraes tinha um contrato milionário com o Master. A Procuradoria-Geral da República disse que o contrato não é ilegal e arquivou o pedido de investigação.
- A PF achou no celular de Vorcaro mensagens que seriam conversas com Moraes, uma delas no dia da primeira prisão. Moraes nega ter sido o destinatário, e a mulher dele nega ter recebido mensagens do banqueiro.
- Em fevereiro, o ministro Dias Toffoli deixou de comandar o caso no STF, a pedido dele, depois que a PF pediu que ele fosse afastado. Quem assumiu foi o ministro André Mendonça, que mandou prender Vorcaro de novo.
- Em outubro, o próprio Lula disse que Moraes deve uma explicação ao povo brasileiro.
E o Lula?
- Lula recebeu Vorcaro uma vez no Palácio do Planalto, em dezembro de 2024, sem registro na agenda oficial. Diz que a conversa durou menos de meia hora.
- Segundo Lula, Vorcaro reclamou que estava sendo perseguido, e ele respondeu: “Você vai ser investigado com a seriedade com que nós investigamos todo mundo.” Sobre o caso, disse: “Que o STF apure tudo, divulgue tudo. Doa a quem doer.”
- Foi com o Banco Central já sob o presidente indicado por Lula que a venda ao BRB foi barrada e o banco foi fechado. E foi a Polícia Federal que prendeu Vorcaro.
- Como escolher ministros do STF. Hoje, o presidente escolhe e o Senado aprova. Lula defende mudar isso: o nome passaria antes por um conselho com gente da sociedade. “Acho que nós temos que criar um critério de como envolver a sociedade civil”, disse. O PT também propôs mandato de até dez anos pros ministros.
- O Flávio, num ato na Avenida Paulista: “Vou indicar cinco ministros para o Supremo Tribunal Federal porque Alexandre de Moraes vai cair.” A proposta que ele assinou no Senado mantém a escolha com o presidente, a partir de uma lista de três juízes.
O golpe que o Bolsonaro tentou
- Antes da eleição de 2022, ele atacou as urnas eletrônicas sem prova, inclusive numa reunião com embaixadores estrangeiros.
- Depois de perder, ajustou com auxiliares um decreto pra impedir a posse do Lula, a chamada minuta do golpe, e pressionou os comandantes das Forças Armadas a aderir.
- Os comandantes do Exército e da Aeronáutica disseram não. Segundo o da Aeronáutica, se o Exército tivesse topado, o golpe teria acontecido.
- Um plano chamado “Punhal Verde e Amarelo” previa matar Lula, Alckmin e Moraes. Segundo a PF, ele foi impresso dentro do Palácio do Planalto. Bolsonaro nega que soubesse.
- Segundo a acusação, ele deu apoio aos acampamentos golpistas na frente dos quartéis. Eles terminaram no 8 de janeiro de 2023, quando invadiram e quebraram o Congresso, o Planalto e o STF. Bolsonaro estava nos Estados Unidos, mas o STF entendeu que o ataque fazia parte do mesmo plano.
- Em setembro de 2025, a Primeira Turma do STF condenou Bolsonaro por cinco crimes, entre eles golpe de Estado e organização criminosa armada. A pena passa de 27 anos de prisão. A acusação foi da Procuradoria-Geral da República, com provas da Polícia Federal. Ele cumpre a pena.
- O Flávio chama o julgamento de farsa e defende anistia, um perdão aprovado pelo Congresso, pro pai e pros condenados do 8 de janeiro. O plano dele ainda tira do STF o julgamento de crimes de deputados e senadores.
- “O Flávio cobrou dinheiro do banqueiro do Master pro filme do pai. A PF mostrou as mensagens.”
- “O governo do pai dele abriu o cartão do Master pros aposentados do INSS.”
- “O STF mandou investigar pra onde foi o dinheiro do filme. O Flávio deve essa explicação.”
- “Tem que investigar todo mundo, inclusive o Moraes e o Flávio.”